Resumo do Curso
Dor torácica exige resposta rápida e estruturada.
Neste curso, você aprende a estratificar risco, identificar diagnósticos letais — como Infarto, Dissecção de Aorta e Choque Cardiogênico — e aplicar escores validados, como HEART e GRACE.
O conteúdo ensina critérios diagnósticos específicos, interpretação de ECGs de alto risco e protocolos de reperfusão, garantindo precisão na tomada de decisão durante a emergência.
Ementa
- Abordagem inicial da dor torácica
- Identificação de causas fatais e protocolos imediatos
- Síndromes Coronarianas Agudas: com e sem supra
- Janelas de tempo para trombólise e angioplastia
- ECGs de alto risco e padrões ocultos de infarto
- Manejo da Dissecção de Aorta
- Crises hipertensivas e metas de redução
- Fibrilação Atrial, estabilidade e anticoagulação
- Choque Cardiogênico e uso de inotrópicos
Resultados de Aprendizagem
- Avaliar dor torácica e diferenciar causas fatais em minutos
- Executar protocolos de reperfusão respeitando janelas críticas
- Selecionar terapias e doses corretas nas emergências cardiológicas
- Aplicar escores de risco como HEART, TIMI e GRACE
- Manejar Dissecção de Aorta e crises hipertensivas com metas estritas
- Identificar ECGs com padrões de alto risco
- Iniciar suporte inotrópico e vasopressor no Choque Cardiogênico
Temas de Estudo
- Diagnóstico diferencial da dor torácica
- Protocolos de IAM com e sem supra
- ECG avançado: Sgarbossa, Wellens, De Winter, Barcelona
- Farmacologia cardiovascular de emergência
- Dissecção Aguda de Aorta
- Crises hipertensivas e lesão de órgão-alvo
- Fibrilação Atrial na emergência
- Anticoagulação e escores CHA2DS2-VASc / HAS-BLED
- Choque Cardiogênico e uso de noradrenalina/dobutamina
- Estratificação de risco (HEART, TIMI, GRACE)
Competências Desenvolvidas
- Raciocínio clínico sob pressão
- Interpretação avançada de ECG
- Tomada de decisão terapêutica
- Prescrição segura de drogas vasoativas
- Gestão de risco
- Liderança em cenários graves
- Comunicação clara e objetiva
Dores que o curso resolve
- Medo de perder um infarto com ECG atípico
- Insegurança ao conduzir emergências hipertensivas e dissecção
- Dúvida sobre qual vasoativo usar em paciente chocado
- Risco de liberar pacientes com alto potencial de complicação
- Falta de domínio em interpretar padrões avançados no ECG

